Cotações com Delay de 15 minutos

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Download Grafi-Tools 2.0 - Gráficos Intraday

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Caso precise, no Windows 7, executar como Administrador.

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Como escolher uma corretora de valores

O que levar em consideração ao escolher uma corretora de valores?

Antes de listar os principais passos a seguir ao escolher uma corretora de valores, vamos abordar dois erros comuns que devem ser evitados quando pensamos em contratar seus serviços.

Erro 1: Pensar somente no preço. 
As possibilidades trazidas pela Internet, representadas através do home broker, vão muito além da simples atitude mercenária. Diversas corretoras cobram preços maiores, mas oferecem ferramentas exclusivas bastante interessantes.

Erro 2: Subestimar a importância dos serviços "extra-Internet". 
Só uma ótima plataforma de home broker não resolve. Preocupe-se com o background técnico dos corretores e administradores da empresa e leve em conta as facilidades oferecidas fora da Internet. Gráficos, análise de risco, carteiras sugeridas, chat e relatórios diários, por exemplo, são alguns extras interessantes que podem ser muito úteis;

Analisando as possibilidades

Depois de apresentar os deslizes cometidos por alguns investidores, sinto-me mais confortável para detalhar meu processo de avaliação de corretoras:

Passo 1: Faça um diagnóstico de sua necessidade. Se você não tem condições de operar lotes, pretende usar o mercado fracionário e(ou) possui pouco capital inicial, nem todas as corretoras poderão atendê-lo. Conheça bem seu perfil, defina e liste as premissas relacionadas para que seu trabalho de busca seja facilitado.

Passo 2: Faça uma seleção de cinco alternativas, usando as premissas do primeiro passo, e descarte todo o resto. Como? Acompanhe o noticiário especializado por alguns dias, repare no histórico de atividade das corretoras e procure investigar, em seus próprios sites, um pouco da história, condições comerciais e ferramentas disponíveis por cada uma delas. Selecione as cinco alternativas que se encaixam dentro de sua expectativa de custos de corretagem, custódia, depósito inicial mínimo etc;

Passo 3: Telefone para as cinco opções. Ligue para o telefone 0800 de cada uma das opções e veja quanto tempo de espera você terá que enfrentar para chegar até um atendente. Se quiser ir mais além, ligue mais de uma vez, em horários e dias diferentes.

Faça algumas perguntas, como:
Como faço para comprar e vender ações? Quanto tempo preciso para poder entrar no mercado e começar a operar? O que é o sistema de home broker e como ele funciona? Quanto custa operar através da sua corretora? O que sua corretora tem que os concorrentes não oferecem? Depois de ouvir algumas respostas você vai entender a razão para tantas perguntas.

Passo 4: Escolha! Agora você já tem uma idéia de como cada uma pode atendê-lo e pode escolher com mais calma. Boa sorte.

Recomendações adicionais 
  • Prefira sistemas que sejam amigáveis e ofereçam ferramentas ao alcance de poucos cliques;
  • Prefira corretoras estabelecidas e com bom histórico de operação também fora da Internet;
  • Prefira corretoras que ofereçam relatórios diários e mensais, assim você pode ver a opinião dos especialistas que contratou;
  • Prefira optar por corretoras que ofereçam test-drive. Experimentar a plataforma pode facilitar sua decisão;
  • Evite basear-se apenas nas recomendações de amigos. Faça a sua análise;
  • Evite ferramentas e sistemas de home broker confusos. Se você não entender sua interface e operação durante o test-drive, caia fora.

Guia de corretoras de ações

A edição de fevereiro/2008 da revista Estadão Investimentos traz um verdadeiro mapa das corretoras brasileiras. Leitura obrigatória para quem pretende seguir esse caminho, a reportagem detalha custos de operação, adicionais, ferramentas e características de 45 corretoras que oferecem home broker. Confira alguns retratos do mercado trazidos pela pesquisa:

Custos e aplicação mínima
  • 87% das corretoras não exigem aplicação mínima;
  • 64% adotam a Tabela Bovespa para os custos de operação;
  • 56% não cobram adicional para atendimento pessoal;
  • 10% não cobram taxa para compra e venda de títulos públicos;
  • 19% não cobram taxa de custódia.
Ferramentas adicionais
  • 40% têm sistema home broker próprio;
  • 24% enviam relatórios setoriais;
  • 50% têm sistema de avaliação de riscos;
  • 42% promovem chats.

Fonte: Dinheirama

Operar com Opções

Opções são contratos negociados em Bolsa de Valores, que concedem a seu titular o direito de negociar algo em certa data por determinado preço. Vale salientar que o titular de uma opção tem o direito de fazer algo; esse direito, porém, não precisa ser exercido.
A Opção de Compra garante ao seu titular o direito de comprar um ativo (ação-base) em determinada data por certo preço.
A Opção de Venda garante ao seu titular o direito de vender um ativo em determinada data por certo preço.
Ação-Base é o ativo da qual a opção é derivada.

Vencimento e Exercício de Opções
As opções, ao contrário das ações, têm um prazo para negociação.O prazo final para negociação é conhecido como data de vencimento ou data de exercício. Essa data corresponde ao prazo final para exercício da opção. Após esta data, as opções não exercidas perdem o seu valor.
O exercício da opção é o momento em que o investidor opta por negociar a ação da qual possui uma opção, pelo preço especificado. É importante frisar que.
Os exercícios acontecem mensalmente, na primeira segunda-feira após o dia 15.

Preço de Exercício e Prêmio
O preço especificado no contrato, que corresponde ao valor a ser pago pelo ativo caso a opção seja exercida é conhecido como preço de exercício. Uma opção de compra de TELEMAR PN a 34, tem preço de exercício de R$ 34,00. O valor pelo qual a opção é negociada (a cotação da opção) é chamado de prêmio.

Operando com Opções de Compra
Há duas pontas em cada contrato de opção. Numa delas o investidor assume a posição comprada, ou seja, compra a opção; na outra está o investidor que assume a posição vendida (isto é, vende ou lança a opção).
O investidor que compra a opção garante o direito de comprar o ativo até determinada data por certo preço, enquanto o lançador (vendedor) de uma opção recebe o dinheiro do prêmio, mas se compromete a vender a quantidade específica de um ativo até determinada data pelo preço estabelecido.
Na prática, o comprador toma o risco, já que se o valor da opção não superar o preço do ativo-base na data do vencimento da opção, a opção perde o seu valor. O lançador, por sua vez, toma uma posição defensiva, ou seja, garante a venda no ativo a determinado preço, e lucro o valor do prêmio da opção caso o preço da ação-base apresente queda.

Exemplo de Opção de Compra
Um investidor compra 1milhão opções de Telemar (TNLP4E34), com preço de exercício R$34,00 por ação e data de vencimento 19/05/2012. O prêmio é de R$0,90 por ação e o preço atual da ação (TNLP4) é R$33,00 por ação.
Para facilitar o exemplo, estamos desconsiderando os custos operacionais, que correspondem à taxa de corretagem, os emolumentos e ainda a taxa de registro, que representa um custo de 0,10% sobre o valor financeiro da opção.
Conseqüentemente, o investidor esta pagando R$900,00 pela opção de comprar 1milhão de ações da empresa Telemar a R$34,00 por ação, o que significaria mais R$34.000,00, caso fosse exercida a opção.
Se até a data de vencimento o preço da ação estiver acima de R$34,00, atingindo por exemplo R$36,00, o investidor deverá exercer a opção, já que os valores do prêmio e do exercício da opção de compra somam R$34.900,00, enquanto a venda dos 1milhão de ações no mercado representaria R$36.000,00 ou melhor R$1.100,00 de lucro.
Caso a ação estivesse cotada a valores inferiores a R$34,00 o investidor deveria optar por não exercer a opção, perdendo o investimento correspondente ao prêmio.
Para a ação cotada entre R$34,00 e R$35,00 o investidor deverá analisar os custos operacionais envolvidos. Entretanto, na prática ocorre que poucos investidores acabam exercendo as opções, já que à medida que sobe a cotação da ação, o prêmio da opção tende a subir consideravelmente, tornando a venda da opção bastante atrativa. Voltando ao nosso exemplo, caso o preço da ação atingisse R$37,00 e estivéssemos bastante próximos ao vencimento, o prêmio da opção estaria cotado, no mínimo, a valores próximos de R$3,00, representando aproximadamente 230% de lucro.

Lançando Opções de Compra Cobertas
Lançar (vender) opções de compra significa se comprometer a vender uma quantidade específica de um ativo, até determinada data, pelo preço estabelecido. PARA LANÇAR UMA OPÇÃO DE COMPRA É NECESSÁRIO POSSUIR QUANTIDADE EQUIVALENTE DA AÇÃO-BASE EM CUSTÓDIA.
Trata-se de uma operação defensiva e de menor risco, já que na pior das hipóteses o investidor tem que vender as ações abaixo de seu valor de mercado. De qualquer forma o lançador recebe o crédito do valor do prêmio no momento do lançamento.
Em resumo, se a ação subir além do preço de exercício da opção o investidor deverá vender as ações no preço de exercício, pois a opção deverá ser exercida pelo comprador. O investidor estaria vendendo suas ações a um preço abaixo do valor de mercado, embora tenha a compensação do prêmio. Caso a ação caia abaixo do preço de exercício, o comprador não deverá exercer a opção, e portanto lançador não venderá suas ações pelo preço de exercício, e ainda teria o crédito do prêmio no momento do lançamento.
O lançador de uma opção pode encerrar sua posição através de uma ordem de compra da mesma opção.

Liquidez e Lotes de Negociação
A liquidez do ativo é um aspecto a ser considerado ao negociar opções. EVITE COMPRAR OPÇÕES COM POUCA LIQUIDEZ, pois as opções são negociadas apenas por um determinado período. A dificuldade em vender o papel pode representar a perda do valor investido.
Não existe mercado fracionário para operações com opções. Sendo assim, é necessário enviar ordens em quantidade igual ou múltipla do lote padrão.

Perguntas Frequentes

1. O que são opções?
Opções são contratos negociados em Bolsa de Valores, que concedem a seu titular o direito de negociar algo, até certa data, por determinado preço. Vale salientar que o titular de uma opção tem o direito de fazer algo; esse direito, porém, não precisa ser exercido.

2. Qual o risco dos investimentos em opções?
O risco das operações com opções é bastante alto. Além de ser um mercado bastante volátil, sujeito a grandes oscilações de preço, as opções pedem perder o seu valor, após a data de vencimento.

3. Posso operar com opções de venda?
Não, devido a pouca liquidez destas opções.

4. Como funciona o exercício de opções?
Toda terceira segunda-feira, acontece o vencimento das opções. Neste dia somente são permitidos encerramento de posições compradas ou vendidas e o exercício de opções. Nesta data o investidor decide se exercerá ou não as opções.

5. As opções vencem?
Sim. As opções expiram (perdem o seu valor) após a data de vencimento, caso não sejam exercidas.

6. O que é lançar uma opção?
Lançar uma opção significa assumir uma posição de proteção. A operação permite garantir o preço de venda de uma ação (preço de exercício). Para efetuar o lançamento basta vender uma opção sem que a tenha comprado antes.

Tabela do código alfabético para e mês de vencimento:
A
Janeiro
B
Fevareiro
C
Março
D
Abril
E
Maio
F
Junho
G
Julho
H
Agosto
I
Setembro
J
Outubro
K
Novembro
L
Dezembro

Instruções básicas para novos Investidores

Série de Perguntas e Respostas conceituais para entender o que é preciso para começar a comprar e vender ações.

1 - Para comprar ou vender ações, é preciso ser cadastrado em alguma corretora, distribuidora ou banco de investimento?
Sim, quando se quer efetivar a negociação em Bolsa de Valores ou Mercado de Balcão Organizado. Negociações fora das Bolsas também podem ser feitas, mas não é a forma mais segura de se comprar ou vender ações. 

2 - O que é uma ordem? 
É o ato pelo qual o investidor determina ao intermediário (corretora/distribuidora) que compre ou venda ações em seu nome, nas condições que especificar. 

3 - A ordem pode ser dada verbalmente? 
Sim. Isso fica a critério do cliente e do intermediário. O cliente, ao preencher a ficha cadastral, declara se suas ordens podem ser aceitas verbalmente. O intermediário se reserva o direito de, quando achar necessário, exigir que a ordem seja dada por escrito. 

4 - Qualquer ordem pode ser cancelada? 
Sim. Toda ordem, enquanto não for executada, poderá ser cancelada pela pessoa que a tiver determinado. 

5 - Como uma ordem é processada? 
O primeiro passo é o registro da ordem. No momento em que a recebe, o intermediário registra automaticamente todos os dados importantes para sua execução. Esses dados ficam arquivados com o intermediário, à disposição do investidor e dos órgãos fiscalizadores, aos quais compete verificar a correta execução e distribuição dos negócios. 

6 - E que dados são esses? 
Os principais são: 
nome completo ou código do investidor; 
data e horário da recepção e número da ordem; 
características e quantidades das ações a serem negociadas; 
natureza da operação, especificando se é de compra ou venda; 
tipo de ordem; 
prazo de validade da ordem; 

7 - O que acontece depois que o investidor dá uma ordem de compra ou de venda? 
De maneira resumida, ocorrem as seguintes etapas (que podem ser totalmente automatizadas, por meio de sistemas especializados): 
as ordens dos diversos clientes são recebidas e registradas; 
as ordens são encaminhadas ao pregão de viva voz ou ao Sistema eletrônico de negociação para serem executadas nas condições especificadas pelos clientes; 
os negócios são fechados no melhor preço possível, dentro das demais condições determinadas pelos clientes e pelo mercado; 
os negócios efetuados são confirmados pelas Bolsas junto aos intermediários. 
8 - Como se procede a Distribuição dos Negócios? 
Podem ser necessários diversos negócios para atender a uma única ordem. Ocorre, também, a situação inversa, quando diversas ordens são atendidas em um único negócio. Os negócios efetivamente fechados são distribuídos pelo intermediário aos diversos clientes, conforme a seqüência cronológica de recepção das ordens. 

9 - Em que consiste a liquidação de uma operação? 
Consiste em fazer os títulos chegarem às mãos do comprador (liquidação física) e o dinheiro às mãos do vendedor (liquidação financeira). A liquidação das operações realizadas na BOVESPA e na SOMA é efetuada pela CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia). Todo o processo de transferência de propriedade dos títulos e pagamento/recebimento do montante financeiro é intermediado pela CBLC, que inclusive determina os prazos para a liquidação, bem como seu controle e penalidades no caso de atrasos. 

10 - Posso negociar qualquer quantidade de ações? 
Sim. No entanto, as negociações de quantidade inferiores ao lote padrão serão executadas no Mercado Fracionário, que segue padrão de cotação e liquidez próprio. 

11 - Posso colocar qualquer limite de preço para a ação a ser negociada? 
Sim, mas se o preço estiver fora de mercado a ordem provavelmente não será executada por falta de contraparte (comprador ou vendedor disposto a fazer negócio ao preço estipulado).


Código de postagem: CPCB0P6A6

Os Riscos de Investir em Ações

Entenda os Riscos de Investir em Ações.

Existem dois grandes tipos de risco no investimento em ações: Risco da Empresa Emitente e Risco do Mercado

1 - O Risco da Empresa depende da sua capacidade financeira e da atratividade econômica do seu negócio. Esse risco pode ser identificado por:

Risco Econômico - Está diretamente ligado à atividade da empresa e às características do mercado no qual atua. Relaciona-se à possibilidade da empresa não atingir os resultados esperados. Ex: concorrência, evolução tecnológica, qualidade, etc.;
Risco Financeiro - refere-se ao endividamento da empresa, ou seja, à sua capacidade de honrar compromissos financeiros. Empresas com reduzido nível de endividamento apresentam baixo nível de risco financeiro e vice-versa.

2 - O Risco de Mercado - Diz respeito às variações imprevistas no comportamento do mercado, determinadas, principalmente, por mudanças ocorridas na economia. Pode ser identificado por:

Risco de liquidez - Decorrente da falta de contraparte para negociar a quantidade desejada de uma posição, ou falta de interesse do mercado em negociá-la, afetando de forma anormal o valor das ações; 

Risco de preço da ação - Este risco está diretamente ligado à variação constante no preço das Ações negociadas na Bolsa, podendo sofrer quedas bruscas que refletem tão somente o comportamento do Mercado. Na hora de investir em ações, você precisa conhecer as duas escolas que estudam detalhadamente o mercado para orientá-lo na tomada de decisão, bem como a hora de 'entrar' ou 'sair' dele, para evitar perdas com a queda do Mercado.

Na hora de investir em ações, você precisa conhecer as duas escolas que estudam detalhadamente o Mercado e orientam a tomada de decisão:

a) Escola de Análise Fundamentalista
b) Escola de Análise Técnica

Dependendo do seu objetivo de investimento, você poderá dar maior ou menor enfoque aos indicadores de uma ou de outra escola.
No caso de investimentos a longo prazo, os princípios da Análise Fundamentalista são privilegiados, pois o investimento está sendo feito na empresa, aposta-se em seu crescimento e prosperidade. As flutuações diárias nos preços não são a tônica desta escola. Quando se trata de investimentos de curto prazo, em geral valoriza-se a Análise Gráfica. Os adeptos desta linha de análise têm interesse pelas altas e baixas do mercado e as tendências de preços das ações, procurando ganhar nas flutuações.

Se você seguir continuamente as recomendações das duas escolas, aliado a uma boa dose de bom senso, suas chances de sucesso serão certamente maiores. Embora nenhum método de escolha de ações seja infalível, historicamente o retorno de aplicações em renda variável, a médio/longo prazo, supera o dos investimentos em renda fixa.
Não se esqueça que tão importante quanto o momento da compra ou da venda é o acompanhamento constante de sua carteira de ações. Para tanto, é recomendável que você siga algumas orientações básicas:

disciplina;
atenção às conjunturas nacionais e internacionais;
tomadas de decisão conscientes e não por impulso ou ao sabor de "dicas";
investir com regularidade, se possível, todo mês;
reinvestir lucros e rendimentos;
comprar ações de empresas com perspectivas de crescimento;
investir em empresas e setores diversificados


Código de postagem: CPCB0P4A4

A atual Bolsa de Valores - BOVESPA


A Bolsa de Valores é o maior símbolo financeiro de um país. Nela são realizadas as negociações de ações, de títulos públicos e privados, cotas de fundos de investimentos e os preços das commodities, que são os bens agrícolas e recursos naturais (como o petróleo e o minério de ferro).

No Brasil, a principal Bolsa de Valores é a BM&F Bovespa (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros). Foi criada em 2008 depois da união da BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros) e a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). A fusão criou a terceira maior bolsa do mundo em valor de mercado (depois de EUA e Alemanha), a segunda das Américas, depois dos Estados Unidos, e a líder no continente latino-americano.

Geralmente quando se fala Bolsa de Valores a imagem que vem à cabeça é que se trata de um lugar tumultuado e barulhento, onde as pessoas gritam ao telefone, e aparentemente quem ganha dinheiro é aquele que grita mais alto. Bem, o ambiente da Bolsa é este cenário barulhento, porém atualmente, com o advento da Internet e os avanços tecnológicos aplicados ao Mercado Financeiro, você pode investir em ações dentro de sua própria casa, utilizando seu computador, através do Pregão Eletrônico.

Cada investidor pode realizar suas operações de investimento pela internet, através de um painel eletrônico conhecido como Home Broker, onde as operações são realizadas, ou programadas de acordo às decisões do investidor. Para começar a investir no Mercado de Ações basta abrir uma conta em uma Corretora de Valores.


Código de postagem: CPCB0PAAA

Entenda o Mercado de Ações

Ações são títulos de renda variável que oferecem resultados (ganhos ou perdas) ao investidor, de acordo com o comportamento de seus preços de mercado, as condições do setor em que se insere a empresa e a conjuntura econômica nacional e internacional.

O investidor que adquire ações obtém ganhos ao receber dividendos/bonificações/direitos de subscrição e também pela valorização do preço das ações na Bolsa. Estes fatores, por sua vez, dependerão do desempenho da empresa e de suas perspectivas futuras.O investidor que vende ações deseja obter liquidez, ou seja, convertê-las em dinheiro. Uma, em geral, é vendida quando o investidor avalia que suas perspectivas a médio e longo prazo são desfavoráveis em relação a outras ações ou outros tipos de investimentos.
Embora se destaquem casos de investidores que auferiram grandes ganhos de curto prazo na Bolsa, não deve ser esta a expectativa de quem decide investir em ações. 

Recomendamos, em especial para os clientes que estão iniciando seus investimentos em ações, a leitura do Guia de Orientação e Defesa do Investidor, disponível no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em Sites Afins. 
O investidor pode participar do mercado acionário individualmente comprando e vendendo diretamente ações nas bolsas onde o próprio investidor administra sua carteira de títulos ou coletivamente adquirindo cotas de clubes de investimentos ou fundos mútuos de ações. No segundo caso é importante que se conheça e acompanhe as estratégias de investimentos do administrador da carteira. 

Todo investidor busca a otimização de três aspectos básicos: retorno, prazo e proteção, ou seja, ao avaliar um investimento deve-se estimar sua rentabilidade, liquidez e grau de risco. A rentabilidade está sempre relacionada ao risco. Ao investidor cabe definir o nível de risco que está disposto a correr, em função de obter uma maior ou menor lucratividade. O investimento em ações exige do investidor a definição de seu Perfil do Investidor. 

A Bolsas de Valores

Associações civis sem fins lucrativos. Seus principais objetivos são manter local adequado para a realização dos negócios, fazer ampla divulgação das operações efetuadas em seu "pregão".
No Brasil, atualmente apenas a Bovespa, em São Paulo, possui pregões regulares e com volumes significativos. A BVRJ - Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, negocia eventualmente, com títulos públicos. Em 1997, a Sociedade Operadora do Mercado de Ativos (SOMA) - www.somativos.com.br, começou a atuar no mercado, apenas com o pregão eletrônico, negociando ações não listadas nas Bolsas de Valores. O pregão da Bolsa é um sistema de negociação que pode ser desenvolvido de duas formas:

Viva voz - quando o operador apregoa sua intenção de negociar, especificando o nome da empresa, o tipo de ação e a quantidade e preço de compra ou de venda. No pregão de viva voz são negociadas apenas as ações de maior liquidez;

Meio eletrônico - o fechamento dos negócios é realizado automaticamente pelos computadores da bolsa de valores, sendo as ofertas inseridas por meio de terminais de computador das corretoras ou, através do HomeBroker, disponibilizado pela BOVESPA desde março de 1999, meio pelo qual investidores podem registrar suas ofertas através da Internet.Os dois tipos de pregão interagem entre si.

Sociedades Corretoras - Instituições financeiras que têm como principal função promover a unificação do mercado, aproximando compradores e vendedores por meio das operações realizadas nas Bolsas de Valores e Mercado de Balcão Organizado (SOMA).

Sociedades Distribuidoras - O funcionamento dessas instituições é autorizado e regulamentado pelo Banco Central. As funções básicas que elas desenvolvem no mercado de ações são: participar do mercado primário, encarregar-se da compra e venda de títulos e valores mobiliários por conta de terceiros, administrar carteiras de valores e custódia de títulos, operar no mercado aberto e administrar fundos e clubes de investimento.

Bancos de Investimento - O funcionamento dessas instituições é autorizado e regulamentado pelo Banco Central. As funções básicas que elas desenvolvem no mercado de ações são:
I - praticar operações de compra e venda, por conta própria ou de terceiros, de metais preciosos, no mercado físico, e de quaisquer títulos e valores mobiliários, nos mercados financeiros e de capitais;
II - operar em bolsas de mercadorias e de futuros, bem como em mercados de balcão organizados, por conta própria e de terceiros;
III - operar em todas as modalidades de concessão de credito para financiamento de capital fixo e de giro;
IV - participar do processo de emissão, subscrição para revenda e distribuição de títulos e valores mobiliários;
V - operar em câmbio, mediante autorização específica do Banco Central do Brasil;
VI - coordenar processos de reorganização e reestruturação de sociedades e conglomerados, financeiros ou não, mediante prestação de serviços de consultoria, participação societária e/ou concessão de financiamentos ou empréstimos.

Código de postagem: CPCB0P1A3